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Atendimento

Tickets e filas: cada conversa com um dono

No Zuppdesk a conversa não é só uma linha de mensagens — é um ticket. Ele tem dono, status, equipe responsável e um histórico de tudo que aconteceu. É essa peça que transforma um monte de mensagens soltas numa operação que dá para medir.

Por que ticket e não só conversa

Uma caixa de entrada mostra o que chegou. Um ticket responde as perguntas que importam depois: quem está cuidando disso, desde quando, em que pé está, e o que ficou combinado.

É a diferença entre "temos 40 mensagens não lidas" e "temos 12 tickets abertos, 3 sem dono e 2 fora do prazo". A primeira frase gera ansiedade; a segunda gera decisão.

Equipes em vez de cargos

A fila é organizada por equipe: comercial, suporte, financeiro, o que fizer sentido na sua empresa. Um atendente pode estar em mais de uma. O que a pessoa vê na tela é o que a equipe dela atende — ninguém precisa filtrar mentalmente o que é seu no meio do que é dos outros.

Isso é separado das permissões de sistema. Estar na equipe de suporte diz o que você atende; a permissão diz o que você pode fazer. Misturar as duas coisas é como a maioria das ferramentas cria confusão.

O atendente puxa, o sistema não empurra

Não há distribuição automática atribuindo tickets para gente que está no almoço. O atendente assume o próximo da fila quando está pronto para atender, e a partir daí o ticket é dele.

Parece um detalhe e não é. Distribuição automática produz uma métrica bonita de "tickets atribuídos" e uma realidade ruim de clientes esperando alguém que não está lá. Puxar deixa o gargalo visível em vez de escondê-lo numa fila pessoal.

  • Transferir para outra equipe, ou para outra equipe e um atendente específico.
  • O motivo da transferência fica registrado no histórico.
  • Aviso sonoro quando um ticket que você consegue ver recebe mensagem nova.
  • Atualização em tempo real: dois atendentes não abrem o mesmo ticket sem saber.

O contato é maior que o ticket

Tickets abrem e fecham; o contato continua. Cada pessoa tem um cadastro com histórico atravessando canais e atendimentos, então quem pega uma conversa nova consegue ver que essa mesma pessoa reclamou de entrega no mês passado.

É o que separa uma ferramenta de mensagens de um CRM de atendimento: a memória fica na empresa, não no atendente.

Começar com uma equipe só

Não é preciso desenhar um organograma para usar. Comece com uma equipe e todos dentro dela; quando a operação pedir separação, crie a segunda e mova as pessoas. A fila se reorganiza sem perder histórico.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar sobre tickets e filas

Não achou? Fale com o suporte — respondemos em português, no mesmo produto que você vai usar.

O ticket é criado sozinho?

Sim. Toda conversa que entra por um canal conectado vira ticket automaticamente, com a equipe definida pelas regras do canal.

Dá para atribuir um ticket a alguém específico?

Dá, tanto na transferência quanto direto. O padrão é o atendente assumir da fila, mas atribuir manualmente continua possível quando faz sentido.

Um atendente pode ver tickets de outras equipes?

Só se estiver nessa equipe ou se a permissão dele permitir. A visibilidade segue a equipe, e a permissão só restringe mais.

O que acontece quando o ticket é fechado?

Ele sai da fila ativa e fica no histórico do contato. Se a pessoa mandar mensagem de novo, um novo ticket é aberto — com o histórico anterior à mão.

Comece com um canal. Ou com os quatro.

Cria a conta, conecta, atende. Se não servir, você fecha a aba — não tem contrato nem cartão envolvido.

Sem cartão de crédito. Sem limite de tempo.