Chatbot para WhatsApp montado arrastando blocos
O chatbot do Zuppdesk é montado num canvas visual: você arrasta blocos, liga um no outro e vê o caminho inteiro que o cliente vai percorrer. Não há linguagem de programação, não há arquivo de configuração e não é preciso chamar um desenvolvedor para trocar uma pergunta de lugar.
O que o chatbot resolve
Boa parte do que chega no WhatsApp de uma empresa é repetição: horário de funcionamento, endereço, formas de pagamento, prazo de entrega, segunda via. São perguntas que não exigem julgamento e que consomem o tempo de quem deveria estar resolvendo o que é difícil.
O chatbot fica na frente da fila e responde essas. O que ele não sabe resolver, ele entrega para uma pessoa — com a conversa inteira já registrada, sem obrigar o cliente a repetir o que acabou de digitar.
Como o fluxo é montado
O editor mostra o fluxo como um mapa. Cada bloco faz uma coisa, e as saídas de um bloco viram as entradas do próximo.
- Mensagem: manda texto, imagem, documento ou áudio.
- Menu de opções: oferece escolhas numeradas e ramifica conforme a resposta.
- Pergunta: guarda o que o cliente respondeu para usar depois no fluxo.
- Decidir caminhos: desvia a conversa com base no que já se sabe do contato.
- Resposta com IA: deixa um agente responder em linguagem natural dentro do fluxo.
- Transferir: entrega para o time certo e encerra a parte automática.
- Teste A/B: divide os contatos entre dois caminhos e mostra qual converte mais.
Publicar por canal, não no escuro
Um fluxo só entra no ar depois de ser publicado num canal específico. Isso evita o acidente clássico de subir um bot de vendas e descobrir que ele começou a responder no número do suporte técnico.
A tela mostra a saúde do fluxo antes de publicar: blocos sem saída, caminhos que não levam a lugar nenhum, perguntas que nunca são usadas. É mais barato descobrir isso no editor do que pelo cliente.
Por que este chatbot e não um genérico
A maior parte das ferramentas de bot vive fora do atendimento: o bot roda num lugar, o histórico fica em outro, e a transferência para humano é um link que joga o cliente numa fila cega.
Aqui o bot é parte do mesmo produto que atende. Quando ele transfere, o ticket já existe, o histórico já está lá, o SLA já está contando e a equipe já sabe de onde a conversa veio. É a diferença entre automatizar o atendimento e terceirizar o começo dele.
E se o bot atrapalhar?
É a objeção mais comum, e é justa — todo mundo já brigou com um robô que não entendia nada. Por isso o fluxo sempre tem saída para humano, o cliente pode pedir atendimento a qualquer momento, e você consegue desligar um fluxo publicado sem apagar nada.
Comece pequeno: um menu com três opções e uma transferência resolve mais do que um fluxo de quarenta blocos que ninguém revisa.
O que costumam perguntar sobre chatbot
Não achou? Fale com o suporte — respondemos em português, no mesmo produto que você vai usar.
Preciso saber programar?
Não. O fluxo é montado arrastando blocos e ligando um no outro. Quem consegue desenhar o atendimento num papel consegue montar no editor.
O chatbot funciona em todos os canais?
Sim, e a publicação é por canal. O mesmo fluxo pode atender WhatsApp e Instagram, ou você pode ter fluxos diferentes para cada um.
Dá para saber onde as pessoas desistem?
Dá. O fluxo registra por onde os contatos passaram, e o bloco de teste A/B compara dois caminhos com distribuição fixa por contato.
Qual a diferença entre chatbot e agente de IA?
O chatbot segue o caminho que você desenhou. O agente de IA responde em linguagem natural a partir do conteúdo da sua empresa. Os dois convivem: um bloco do fluxo pode chamar o agente.
Comece com um canal. Ou com os quatro.
Cria a conta, conecta, atende. Se não servir, você fecha a aba — não tem contrato nem cartão envolvido.
Sem cartão de crédito. Sem limite de tempo.